Ai de vocês, mestres da lei e fariseus, hipócritas! Vocês dão o dízimo da hortelã, do endro e do cominho, mas têm negligenciado os preceitos mais importantes da lei: a justiça, a misericórdia e a fidelidade. Vocês devem praticar estas coisas sem omitir aquelas. (Mateus 23: 23)
Em uma conversa acalorada com os fariseus, Jesus diz que eles estavam negligenciando os preceitos mais importantes: a justiça, a misericórdia e a fidelidade. Eles praticavam muitas coisas certas, eram dizimistas precisos, ou seja, davam a décima parte de tudo o que ganhavam. Com relação ao procedimento, cumpriam à risca o que fora ordenado na lei, mas com relação a alguns preceitos da lei eles os ignoravam.
A justiça de Deus é a base de nossa fé: Abraão creu em Deus e lhe foi creditada justiça. Quando acreditamos no caráter de Deus e na fidelidade de suas promessas, estamos fazendo algo justo, ou seja, fazemos justiça com o Senhor quando o consideramos fiel e perfeito. Isso é fé! Quando cremos em Deus e em seus atributos perfeitos nos é creditada justiça. A fé é um alicerce da cultura judaica e cristã. Ora, sem fé é impossível agradar a Deus, pois quem dele se aproxima precisa crer que ele existe e recompensa aqueles que o buscam. Quando alguém crê que os seus atos de justiça são suficientes para a sua salvação e para sua vida, está sendo injusto com o Espírito Santo, com Jesus e com Deus Pai; ninguém consegue salvar a si próprio, e não existe um só justo na terra, existem apenas os justificados pela graça de Cristo.
A justiça de Deus é a base de nossa fé: Abraão creu em Deus e lhe foi creditada justiça. Quando acreditamos no caráter de Deus e na fidelidade de suas promessas, estamos fazendo algo justo, ou seja, fazemos justiça com o Senhor quando o consideramos fiel e perfeito. Isso é fé!
Ora, se faço o que não quero, já não sou eu quem o faz, mas o pecado que habita em mim. Assim, encontro esta lei que atua em mim: Quando quero fazer o bem, o mal está junto a mim. Pois no íntimo do meu ser tenho prazer na lei de Deus; mas vejo outra lei atuando nos membros do meu corpo, guerreando contra a lei da minha mente, tornando-me prisioneiro da lei do pecado que atua em meus membros. Miserável homem que sou! Quem me libertará do corpo sujeito a esta morte? Graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor! De modo que, com a mente, eu próprio sou escravo da lei de Deus; mas, com a carne, da lei do pecado. (Romanos 7: 20-25)
Temos a lei do pecado atuando em nós, impulsionando-nos para o mal; tentamos fazer o bem e não conseguimos, porém o mal é muito fácil de fazer. Mas graças a Deus que Jesus Cristo veio para nos libertar dessa lei do pecado. O Espírito Santo é capaz de guerrear contra o pecado espiritual e fazer-nos vencedores.
Porque aquilo que a lei fora incapaz de fazer por estar enfraquecida pela carne, Deus o fez, enviando seu próprio Filho à semelhança do homem pecador, como oferta pelo pecado. E assim condenou o pecado na carne, a fim de que as justas exigências da lei fossem plenamente satisfeitas em nós, que não vivemos segundo a carne, mas segundo o Espírito. (Romanos 8: 3,4)



