A mensagem principal de Jesus é: “O reino de Deus está próximo!” Cristo chamava as pessoas para serem súditos do Reino de Deus. Em uma democracia, todas as vontades são respeitadas ou se tenta agir assim. Mas em uma monarquia absoluta, o rei é que tem total autoridade de decisão sobre tudo e todos.
A proposta do Reino de Deus era procurar pessoas que decidissem por livre e espontânea vontade fazer parte de uma sociedade que acredita na boa, perfeita e agradável vontade de Deus ao ponto de se submeter e reconhecendo a soberania e perfeição do Senhor. Deus é perfeito e devemos pô-lo em seu lugar de direito, como senhor e soberano em nossas vidas. Quando fazemos isso, somos justos com ele, pois, o Senhor é digno de toda honra e louvor. Ele está assentado na posição mais alta de todas e ninguém é como Ele.

Saul não conseguiu ser submisso a Deus. Ele criava a sua própria justiça e tentava justificá-la a sua própria maneira.
Pois posso testemunhar que eles têm zelo por Deus, mas o seu zelo não se baseia no conhecimento. Porquanto, ignorando a justiça que vem de Deus e procurando estabelecer a sua própria, não se submeteram à justiça de Deus. (Romanos 10:2-3).
Muitos reconhecem o amor de Deus e as suas boas obras, diante disso procuram se achegar a sua própria maneira e praticar as suas obras mostrando zelo para com Deus. Muitos ajudam as outras pessoas, querendo demonstrar que está do lado certo, ou seja, o de Deus. Muitos, no entanto, querem definir a sua própria justiça e não se submetem à justiça de Deus. “Acham” que é certo somente o que eles próprios pensam.

Será que um ladrão após ser pego em flagrante delito, ao chegar diante do juiz, alegará que entregou cestas de alimentos aos pobres, tentando com isso livrar-se da condenação? E que o juiz não o condenará por tem feito uma boa obra? Veja bem, se existe uma lei que condena o ladrão, ele não é juiz de si mesmo para escusar-se simplesmente de pagar a sua própria maneira o seu erro. O erro deve ser pago como está descrito na lei. E quem aplicará a lei, no caso, é o juiz e não aquele que cometeu o erro. Assim somos nós, devemos pagar segundo a vontade de Deus. Não vale a própria justiça. Penso: fiz algo de errado, vou ajudar essa pessoa e assim já pago pelo meu erro! Tal propósito não vale. O mal tem que ser reparado segundo a própria justiça de Deus. Meu zelo por Deus tem que me levar a fazer o que ele quer, e não o que eu quero!
A verdadeira justiça é a submissão a Deus. É necessário que as pessoas reconheçam isto, pois, sendo submissas a ele, alcançaram o ponto de santidade sob a ação do Espírito Santo. Assim, Deus acha espaço para derramar do óleo e promover mudanças. Todos são aptos a receber a promessa da salvação. Basta abrir o coração, lançar foras as suas crenças e conceitos, desapegar-se dos seus pecados e ser uma taça para receber de Deus o que ele está pronto para derramar.
Diga a Deus: Eu nunca vou conseguir ser uma pessoa boa e correta se não for através da intervenção do Espírito Santo. Eu já tentei ser melhor e não consegui. Derrame, ó Deus, seu Espírito em minha vida e me transforme segundo o seu amor. Eu quero viver a sua vontade. Abro mão dos meus sonhos e reconheço que serei mais feliz seguindo o seu caminho. Transforme-me e me use segundo a sua vontade.
Acredite algo vai acontecer sobre a sua vida!


